|
|
||
6/11/2008 18:34:46 Saúde Deputados ouvem protestos de representantes da Uncisal
Os deputados Alberto Sextafeira (PSB), Fernando Toledo (PSDB) e Gilvan Barros (PMN), receberam, antes da sessão dessa quinta-feira (6), uma comissão de representantes da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) e de entidades da sociedade civil organizada, que protestam contra a transferência da administração dos hospitais-escola para a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau). O grupo, que esteve realizando um ato no Centro da cidade durante todo o dia, veio solicitar o apoio do Parlamento no sentido de impedir o processo de transformação dos hospitais-escola, atualmente administrado pela Uncisal, em fundações estatais de direito privado. Fato este, que, no entender dos servidores da universidade e demais representantes da sociedade civil organizada, representaria a privatização dos setores públicos. "Para que os hospitais-escola continuem sob a autonomia da universidade, e não termos prejuízos no ensino superior e na educação médica no nosso Estado”, declarou o diretor da Faculdade de Medicina da Uncisal, Jorge Luiz Soares. Ele informou que atualmente a universidade gere todos os hospitais-escola (Portugal Ramalho, Maternidade Santa Mônica, Hospital de Doenças Tropicais Hélvio Auto e Hospital Geral). Os deputados se dispuseram para intermediar, junto ao governo, a reivindicação do grupo. Durante a sessão ordinária da Assembléia Legislativa, o líder governista na Casa, Alberto Sextafeira, comunicou que a Comissão de Saúde da Assembléia, na qual ele preside, marcou uma reunião para o próximo dia 19, a fim de discutir a questão da gestão dos hospitais-escola por parte da Uncisal - sem hora ainda acertada. Deverão participar da reunião representantes do governo estadual, da Sesau e da Uncisal. "Será um debate aberto, democrático, em que ouviremos atentamente as partes para tirarmos nossas prórpias conclusões sobre o assunto; ganham todos, que terão uma forma de entrar em acordo", afirmou Sexta. O parlamentar aproveitou para esclarecer que o próprio ministério da Saúde tem orientado aos governos estaduais a alterar a forma de gestão dos hospitais-escola para fundações públicas de direito privado. Fonte: Assessoria |
||