17/11/2008 18:19:03
Sessão especial
Assembléia debate piso nacional da educação

O deputado estadual Alberto Sextafeira (PSB) participou da sessão especial com o tema "Piso Nacional dos Trabalhadores da Educação". Realizada na tarde desta segunda-feira (17), na Assembléia Legislativa, representantes das secretarias municipais e estadual de Educação, do Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sinteal) debateram a nova lei que define o piso nacional do magistério, atualmente em discussão no Congresso Nacional.

Um tema que entrou em pauta foi o fato de alguns governadores do Brasil terem se posicionado contrariamente à aprovação da referida lei - que começa a vigorar em janeiro do ano que vem e define como R$ 950 o salário mínimo dado a um professor. Para tanto, apresentaram na Justiça uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI).

Para o líder do Governo na Assembléia, Sextafeira, Alagoas está à frente de outros estados no quesito remuneração dos professores. “Ainda não sei a posição do governador Teotonio Vilela (PSDB), mas ela está evidente, pois Alagoas paga um piso quase equivalente ao nacional - a diferença é de apenas R$ 3 reais. Portanto, não fará objeção à lei”, afirmou o deputado.

O deputado lembrou que, na semana passada, a Assembléia aprovou a nova tabela salarial dos trabalhadores administrativos da Educação, que ainda podem ascender na profissão, por mérito e tempo de serviço. E que, no próximo dia 26, às 10 horas, no Hotel Ritz Lagoa da Anta, será assinado o Pacto Pela Educação. “Este documento, a ser assinado por representantes da sociedade, da categoria e dos poderes Executivo e Legislativo, tem por objetivo construir uma mesa permanente de negociação entre o governo e trabalhadores da educação. Tudo que for relacionado a salário e demais investimentos serão debatidos nessa mesa”, revelou o deputado.

O principal intuito, de acordo com Sexta, "é acabar definitivamente com as paralisações e greves, porque isso tira a confiança dos pais dos alunos. Esta mesa será um instrumento para que ocorra o retorno da confiança dos alagoanos na educação pública. Os trabalhadores e o governo terão de respeitar as decisões firmadas por aqueles que assinaram o Pacto”.

Fonte: Assessoria